sábado, novembro 21, 2009

FEAR ITSELF - ECHOES



A semana foi bem hardcore. Muito trabalho, muita tensão e negociações mais sérias para resolver na vida extraprofissional. Foi um período em que eu também pude sentir o apoio de pessoas especiais, como de minha querida irmã Adaila, e de pessoas que estão distantes mas que demonstraram se importar comigo, ainda que através da internet. E é engraçado como justamente em momentos de crise é que muita coisa se resolve. Basta ter um pouco de senso de objetividade e botar a cabeça no lugar. E foi nesse momento tão cheio de afazeres que eu consegui resolver algo que estava me incomodando há um tempão, que era trocar o carro, que estava dando muitos problemas e despesas com mecânico quase todo mês. O post era para ter saído ontem, mas como essa sexta-feira foi o Dia D da nova aquisição, o tempo foi corrido mesmo. É mais um desses posts meio tapa-buracos, sobre um episódio de FEAR ITSELF.

O que acaba me interessando em antologias como MASTERS OF HORROR e FEAR ITSELF são os diretores. Alguns nomes são familiares, mas custo a lembrar que filme eles fizeram. Rupert Wainwright é um desses nomes. Seu maior sucesso foi STIGMATA (1999). O restante de sua filmografia é constituído de filmes desconhecidos, trabalhos para a televisão, videoclipes e de um remake muito mal recebido pela crítica e pelos fãs de A BRUMA ASSASSINA, de John Carpenter - que aqui se chamou A NÉVOA (2005). (Não confundir com o ótimo O NEVOEIRO, de Frank Darabont.)

ECHOES (2009) é mais um exemplar ruim dessa série que foi renegada pela própria emissora americana. Talvez seja o pior dos treze episódios, pois não tem nem mesmo humor, como SOMETHING WITH BITE, por exemplo. Na trama, sujeito compra apartamento e passa a ter visões. Através da hipnose, seu terapeuta faz com que ele descubra quem são essas pessoas que ele vê. E ele passa a acreditar que é a reencarnação de um sujeito violento que viveu nos anos 20. Sua atual namorada seria também a reencarnação da namorada do sujeito. É uma das histórias mais bobas que eu já vi e só um cineasta muito talentoso conseguiria fazer algo bom de uma trama tão ruim. Não é o caso de Rupert Wainwright, infelizmente.

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